O amor é algo tão arrebatador quanto misterioso. Um sentimento do qual pouca gente duvida, mas que ninguém –embora muitos tenham tentado– consegue explicar. Talvez a explicação possa estar em nossos ancestrais.
Foi isso que Larry Young e Brian Alexander, autores de “A Química Entre Nós”, perceberam ao analisar animais de outras espécies. Não só os impulsos neurais eram os mesmos, como a reação a eles era bem próxima da nossa. Em outras palavras, tudo que pode ser considerado perverso ou pouco usual pelas pessoas, fora da espécie humana, é muito mais comum do que se imagina.
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